Nossa viagem à Paraty com direito à siwng

Oi meus leitores gostosos, obrigada por todos os elogios. Como prometido, toda quinta feira eu vou liberar uma história nossa, a de hoje vai ser sobre uma viagem que fizemos para Paraty no Rio, eu espero que aproveitem. Então segura firme o celular com uma mão e com a outra pense em mim, tá?

Essa história começou por puro acaso mesmo, a gente queria viajar em um fim de semana, mas não sabíamos qual e nem para onde, então a gente pesquisou umas 5 pousadas que coubessem no bolso, para 5 destinos diferentes, escolhemos 2 fins de semanas em que estaríamos livres, anotamos em 5 papéis, com tamanho exato, os lugares e dobramos, em outros dois anotamos as datas. Sorteio, mão nos olhos, o Rei embaralhou e eu peguei um lugar, enquanto o Rei pegou uma data. Legal nosso destino escolhido foi Paraty no Rio em uma data de baixa temporada. Uhuull, vamos viajar, o dia chegou, preparamos a bagagem, rumamos para a rodoviária, pegamos o ônibus e avante ( não gente, não sou a ninfomaníaca do ônibus, dessa vez o Rei só ganhou um boquetinho a viagem toda, só fomos de ônibus porque adoramos ostentar nossa riqueza, [risos]). Um montão de horas de viagem, enfim chegamos, já era início de noite de uma sexta feira, fizemos o check-in na pousada, e após um breve descanso ficamos decidindo se iríamos sair ou não. Eu sou a preguiça em pessoa e o Rei é o acelerado da relação, aff… Ok amor, vamos dar uma voltinha, depois do banho lá vai ele revirando minha mala em busca de um vestidinho para mim, curto, bem curto enquanto eu tomava o meu banho mais que relaxante. Quando sai do banho meu look já estava escolhido, por que se fosse para eu escolher a gente ia demorar bem mais para sair. Sobre a cama estava o vestido escolhido, já com a minha sandália de salto preparada também e ao lado, como um cachorro bem treinado e salivando para comer, estava o Rei já pronto me devorando com os olhos por estar nua. Na hora eu fiz essa analogia mental, cachorro safado esperando a recompensa por ter feito uma boa ação, pensando nisso eu sorri, o vadio achou que foi para ele e me atacou cheio de fogo, me alisou, me agarrou, me empurrou contra a parede pressionando o corpo contra o meu, mordendo meu pescoço, bolinando minha bucetinha com os dedos, bem devagar, acariciando os meus seios, percorrendo com a mão a lateral nas costelas, senti aquele arrepio perigoso e falei “-calma, ainda não, a gente ainda tem que sair, deixa eu me arrumar”. Vagabundo, me deixou molhadinha, eu tinha acabado de tomar banho, agora vou ter tomar outro banho, eu reclamei e ele retrucou “-não demora muito não minha rainha”. Enfim, prontos para sair, perguntamos ao recepcionista algumas informações sobre a noite em Paraty e ele falou que mesmo fora de temporada no fim de semana o centro histórico costuma fechar os barzinhos tarde. Aquela sarração de antes, me deu até mais ânimo para sair, e eu ainda estava excitada, vendo o atendente me secar de vestidinho curto e sandália de salto me deixou até mais alegre, toda mulher adora ser admirada. Na saída ainda mandei um beijinho para ele que ficou com cara de bobo.

A CHEGADA

Chegando lá no Centro Histórico de Paraty, nós já sabíamos que encontraríamos muito pouca gente perambulando por ali, decidimos então seguir a sugestão do atendente da pousada e fomos tentar encontrar o local que ele informou que tinha as vezes shows com musicas ao vivo e boa comida. Encontramos e o lugar era muito aconchegante, e o melhor tinha até bastante gente lá dentro, na certa apreciando a musica ao vivo e aquele cantor lindo, nossa mas que cara gato, fortinho, barbudo, rosto quadrado bem másculo e fazia uma cara de safado cantando, que me deixava mais doida ainda. Claro que o Rei percebeu e ai ficou me instigando enquanto esperávamos a comida, e ai ele que não presta nem um pouco ficou me alisando e perguntando no meu ouvido se eu não estaria com vontade de sentir dois macho dentro de mim naquela noite, ele disse que queria me pegar na rua igual uma cachorra, e que sabia que eu já tinha escolhido o macho para me comer. Ele alisava minha perna, tentando alcançar minha bucetinha dando aquele arrepio gostoso e perigoso, claro que eu estava já doidinha para fazer uma putaria, mas a noite ainda era uma criança, nosso pedido chegou, estávamos famintos, nos alimentamos bem, começamos beber e passamos a curtir melhor o show. E cada música que aquele gostoso cantava, mais o Rei me provocava e eu que estava quase bêbada ficava mais molhada, até que o cantor gostoso disse que estava aceitando pedidos, pedi uma caneta para o garçon, anotei o nome da música “Sou Eu – Diogo Nogueira” minha trilha sonora (risos) e fui levar, cheia de malícia, chegando lá entreguei meu bilhetinho para o cantor e falei no ouvido dele “-canta pra mim que eu rebolo pra você gatinho” meio desnorteado ele abriu o bilhete, assim que eu virei as costas para ir me encontrar com meu Rei, o cantor começou a cantar minha música, chamei o meu parceiro de dança, eu queria muito dançar uma gafieira bem safada com meu preto, começamos a dançar, riscando o salão, eu “quase bêbada” com 59kg de loirice, 1,65m, cabelo cacheado, sem calcinha e um vestidinho curto que subia a cada giro que eu dava, os meninos da banda tinham sorrisos de orelha a orelha, os olhos do cantor brilhavam, e o pau do Rei me cutucava enquanto dançávamos. Naquela altura eu já estava muito safada e como eu adoro que me agradem, deixei o vestido subir um pouquinho mais, discretamente em direção dos meninos da banda, quando terminou as músicas, agradecemos as músicas e voltamos para a mesa, foi ai que notamos que tinha muito mais pessoas olhando para a gente, alguns desejando, outros talvez julgando. Enfim, como eu dancei eu decidi ir ao banheiro ver se a maquiagem precisava de um retoque, coisa de mulher, chegando lá enquanto eu me olhava no espelho entrou uma mulher muito bonita, ruiva natural, com sardas, um corpo lindo, de saia e top e me abordou, falando “- meninaaa, parabéns você e seu marido são muito lindos dançando, eu e meu esposo não conseguíamos tirar os olhos de vocês, de onde vocês são?” eu agradeci, conversamos um pouco mais ainda lá dentro e ela nos convidou para sentar com ela e o marido, eu achei ela tão simpática que acabei aceitando o convite, quando voltei à mesa avisei o Rei que iríamos nos juntar a eles e fomos.

O CONVITE

Quando chegamos na mesa deles, o que era aquilo? O marido dela o Rony, era lindo, um grisalho de no máximo 40 anos, grande, forte, rosto quadrado de macho alfa, um cavanhaque grisalho charmoso e bem feito que só de olhar já me deixava imaginado ele roçando entre minhas coxas enquanto me chupava, de tão lindo e gostoso que aquele homem era, quando me cumprimentou com um selinho de canto de boca eu acho que ovulei. Para tudo! Depois daquilo, foi fácil criar afinidades com eles, ótima conversa, cheia de duplos sentidos, um papo safado e muito descontraído foi tomando conta da mesa, os quatro estavam flertando descaradamente já. Uma situação muito difícil para nós meninas com os dois maridos sacanas e cheios de malícias. A esposa Paty que estava bem alegre começou fazer carinho em mim, estava gostoso, deixei, e os dois maridos conversando amenidades, ela começou acariciar minha perna e aquilo estava me deixando muito excitada com a situação, quando os rapazes começaram falar do assunto “- de calcinha ou sem calcinha”, não aguentei e confessei que estava sem calcinha, ao ouvir isso a Paty confessou o mesmo, e decidiu me mostrar a tattoo de pimentinha dela, e nós duas ríamos muito da cara dos maridos, eu estava tarada, nos acariciávamos, estava tudo muito excitante e acho que nós duas estávamos passando do ponto, ao perceber isso o Rony com um olhar safado nos convidou para continuar a conversa bebendo na casa deles que era mais perto da nossa pousada, para não ficar muito tarde, na hora eu vi o rosto do Rei brilhar um sorriso canalha. Aceitamos o convite, pagamos a conta e nos dirigimos para a casa deles. No caminho as coisas esquentaram a Paty já mais desinibida começou elogiar o Rei, falando que eu tenho sorte, por ter conseguido um parceiro de dança tão bom, isso enquanto apertava minha bunda abraçada comigo.

A DESCOBERTA

O Rei já havia percebido que eles eram um casal mais liberal, porém precisava confirmar, foi quando ele usou nosso truque para identificar casais safados (celular com o logo do Sexlog ou CRS como papel de parede), ele tirou o celular do bolso para olhar a hora e com a desculpa de estar incomodado com ele no bolso, colocou sobre a mesa de centro com a tela acesa para cima. No mesmo momento que a Paty viu  comentou “-olha amor que sorte, eles também tem Sexlog“, ai o que estava discreto não estava mais, os assuntos ficaram muito mais soltos, a essa altura a Paty já tinha me dado um beijo muito gostoso, me alisando, passando a mão em mim levantando meu vestido exibindo minha bundinha para os dois safados, o Rei falou “- Paty, morde o pescoço dessa safada que ela entra no cio” ela obedeceu, e começou a me tarar muito, meu vestido já estava na barriga, meu pescoço já era dela, ela pôs o dedo na minha bucetinha que já estava encharcada e chupou, e depois ofereceu para o Rony sentir o gosto da minha bucetinha, ele veio por trás, todo tarado com uma rocha dentro da calça fazendo um sanduíche de mim com a mulher dele, enquanto sentia o gosto da minha buceta no dedo da mulher dele. Ain que delícia, eles me possuindo todinha e o Rei olhando tudo de camarote, o Rony não conseguiu resistir, ajoelhou e enterrou a língua no meu cuzinho enquanto a mulher dele chupava meus peitos, o Rei que já estava pelado a essa altura entrou na brincadeira, e começou chupar a Paty que começou a gemer gostoso na língua dele, o marido dela me tomou nos braços, que eram grandes, e me beijou me apertando, me segurando pelo cabelo de um jeito que fui a loucura, ele tirou a rola para fora, e eu comecei a mamar aquele cacete gostoso, babando nele todo, me lambuzando do jeito que eu gosto, então eu vi o Rei e a Paty se enroscando, e eu ouvia ela pedindo dois dedinhos no cú, até que o Rei à colocou de quatro para dividir a rola do marido dela comigo, enquanto ele laceava o cuzinho dela que iria ser invadido pela rola preta do meu marido canalha. Vendo que a coisa estava fervendo o Rei sugeriu que fossemos para o sofá, assim ele também pegaria nossas camisinhas na minha necessaire salvadora. Ver o Rony, aquele homem, forte, grande, grisalho, gostoso e roludo sentado no sofá, me olhando com cara de tarado, vestindo a camisinha foi uma delícia, mas deixar ele me pegar e me sentar na rola grossa dele até o final enquanto ele cravava os dedos no meu cuzinho e beijava minha boca, me arrepiou, me fez tremer, me fez gemer, me fez virar puta. Nossa como eu rebolei na rola daquele homem gostoso, e ouvir a mulher dele gemendo do meu lado, me alisando, passando a mão na minha bunda, pegando nos meus seios, chorando na rola do meu Rei, foi tudo delicioso de mais. O cheiro de sexo que tomou conta da casa de verão deles, tomava conta dos nossos sentidos também, eu não conseguia pensar em mais nada, nós nos beijávamos trocados e em trio, ain que delícia aqueles dois machos possuindo a gente, adoro! O Rei colocou a Paty de joelhos no tapete para chupar meu cuzinho piscando na língua dela, enquanto o Rony afundava aquela rola na minha buceta, delirei, enquanto eu cavalgava naquela rola, entregava meu cuzinho para a boca da Paty o Rei arrombava mais o cuzinho dela, botando com firmeza, e apoiando as duas mãos nas minhas costas, até hoje eu me arrepio, eram muitas mãos me tocando me apertando, empurrando, puxando, me penetrando. Dar o cuzinho é uma delícia, mas dar para um homem que sabe comer é melhor, o Rony, me arreganhou primeiro, abriu espaço com os dedos, me deixou excitada, e ai naturalmente eu dei pra ele, e aquele homem ficou louco com o pau no meu cuzinho ainda apertado, ele puxava meu cabelo, me dava tapas na bunda, tapas na cara, me chamava de puta e me fazia de cadela, ain que homem bom, a Paty começou gozar muito com o cuzinho na rola do Rei, tanto que ela gemia e tinha muitos espasmos de prazer, e gemia alto, uma delícia… segundo ela “-ai gente, to imprestável preciso de ar ” então elá sentou no sofá toda jogada linda e saciada, mas o Rei aquele peste ainda queria mais um pouco, como ele entende que quando a mulher quer descansar é melhor deixar, ele veio participar da brincadeira que ainda estava rolando.

A DUPLA PENETRAÇÃO

Eu ainda estava recheada com a rola grossa do Rony no cuzinho, completamente extasiada de prazer, ai eu senti o Rei se aproximar para participar, me alisando, me chamando de cachorra, de puta, piranha, vadia e  colocou dois dedos na minha boca para eu chupar, e eu engoli até o finzinho. Os dois putos ficaram muito tarados, me colocaram sentada de costas na rola do Rony, com as pernas abertas. o Rei colocava os dedos na minha bucetinha procurando espaço para colocar a rola dele também, mas estava apertada, a rola do Rony era grossa, o Rei foi forçando na entradinha da minha bucetinha melecada, e aquela rola maravilhosa escorregou para dentro de mim, “-ain meu cú, ain minha buceta, me fode caralho, seus filhos da putaa, vocês estão me arrombando seus cachorros” e esses dois abusaram de mim, dois machos com fome, me fodendo com vontade, ai foi a vez de sentar no Rei, o Rony se levantou dando lugar para o meu preto, e me colocou no colo dele, enquanto trocava a camisinha para o segundo round. Só mulher quem sabe a sensação maravilhosa que é ficar de quatro com um homem embaixo e outro por traz e por cima continuando aquela dupla penetração, o movimento estava uma delicia, meu clitóris depiladinho estava sensível e ficava encostando na pélvis do Rei durante a penetração naquele movimento de vai e vem me deixando louca, enquanto eu sentia meu cuzinho sendo invadido pelo Rony, o Rei estava muito tarado, safado e filho da puta, ele puxou meu cabelo enquanto bombava minha buceta, abriu minha boca e cuspiu dentro, e  mandou o Rony cuspir também, e depois apertando meu pescoço mandou eu engolir tudo, me avisando que eu ia ter que esvaziar a mamadeira dos dois sem derramar nenhuma gota. O Rony safado gostou da brincadeira e cuspiu novamente me fazendo engolir eu me senti quase aquelas atrizes pornôs, safada e sedenta, eu queria porra e precisava de porra, então os dois cafajestes começaram uma punheta tesuda na minha cara até gozar na minha boca e quanta porra, que delícia, eu deitei cansada da batalha ao lado da Paty. E apaguei por uma hora até que o Rei me chamou para irmos embora. Essa história tem continuação…

 

 

Esse foi um relato da Rainha de Espadas
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