O prazer do chocolate e a emoção da primeira caça

Nossa gente, estou adorando contar nossas histórias para vocês, muito obrigada pelo carinho e mensagens safadinhas no sexlog, adoro isso de verdade, e novamente eu estou escrevendo para contar mais uma história, então segura firme ai o celular com uma mão e com a outra pense em mim, tá?

UM DIA NO SHOPPING

Era meados de agosto, um dia um tanto frio, e eu tomei coragem para ir até o shopping para trocar um presente que meu marido, na época namorado, havia me dado de presente de 1 ano de namoro, me maquiei, coloquei uma roupa quentinha por cima da minha lingerie que sempre é pequena e rapidamente eu estava pronta para ir até lá, liguei para o Rei e pedi que ele me levasse até lá, ele deixou o pessoal dele lá cuidando do projeto e veio me atender, no caminho durante o trajeto estávamos falando de amenidades, combinando quando ele iria me buscar novamente para ele se planejar lá na empresa, por que ele não poderia ficar junto comigo, porque além de fazer a troca da roupa eu também iria passar em uma outra loja e fazer o que eu mais amo, comprar sapatos e toda mulher sabe que não se deve apressar esse processo de decisão não é verdade? Como o Rei já sabia que eu iria demorar, nós fomos combinando  mais ou menos a hora que eu gostaria que ele ficasse de standby para me pegar, começamos divagar os assuntos e ele começou a ficar safadinho, dizendo que eu estava muito linda com aquela roupa, e que adorou a combinação que eu tinha feito com o meu sneaker de salto e a calça jeans, e queria muito ver a lingerie que eu estava usando para ele poder ficar pensando em mim enquanto trabalhava, eu fui boazinha com ele, afinal de contas eu sei o quanto ele fica doido apreciando minhas lingeries, e ele estava sendo muito fofo saindo do trabalho e me levando até o shopping no meio da tarde, então eu retirei minha jaqueta de couro branca, desabotoei e abri minha calça, e levantei a blusa para ele apreciar um pouco minha lingerie, quando ele viu já foi  logo começando a falar putaria, sabe que eu gosto de ouvir, sabe como me sinto quando sou desejada, me alisou um pouco enquanto estávamos no trânsito, teve um dos trechos do trajeto que o trânsito travou, o safado me pediu para chupá-lo enquanto esperávamos, e é claro que eu não podia chupar a rola dele que já estava para fora, a final de contas eu não queria entrar no shopping com o batom parecendo o coringa do batman, as vezes homem não entende mesmo, principalmente quando a cabeça de baixo rouba o sangue do cérebro (risos). Finalmente chegamos no Shopping, entramos no estacionamento, ele me agarrou, me fez montar encima dele no banco do motorista, me deu uma namoradinha rápida e logo foi se despedindo para voltar ao trabalho, filho da puta me deixou com tesão e foi embora.

APENAS UM CHOCOLATE

Eu ainda tinha que trocar o meu presente, enquanto caminhava em direção a loja fiquei pensando no que aconteceu no carro lá no estacionamento, o quanto eu fiquei excitada encima do meu preto, com o medo de alguém chegar para tirar o carro estacionado do lado e ver a gente quase se pegando, nossa aquilo estava me deixando molhada, e confesso que um pouco chateada porque queria ter terminado o que a gente começou, minha buceta estava até reagindo aos meus pensamentos, não aguentando, eu comecei a conversar por texto com ele enquanto caminhava, ao invés de me saciar, aquilo estava me deixando com mais vontade ainda, o cafajeste escrevia todos os absurdos que ele queria fazer comigo ali naquele estacionamento, droga, aquilo não estava me ajudando, cheguei na loja, me dirigi até uma vendedora para solicitar a troca da roupa, e me preparei para garimpar outra peça caso eles não tivessem mais o mesmo modelo, mas ela foi super solícita e encontrou rapidamente, resolvendo o meu problema, como resolvi tudo muito mais rápido do que eu estava pensando, decidi andar na loja para ver se encontrava mais alguma coisa que me agradasse, não é que eu encontrei? Andando por entre as araras de roupas, olhando os modelitos aqui e ali, acabei avistando um rapaz de uns 27 anos, alto, grande não do tipo malhado, tipo físico normal, mas muito gato, com a barba do jeito que eu gosto, nem Mohamed nem bebê, bem aparadinha jeito de macho e com cara de safado. Continuei olhando os itens no departamento feminino, e percebi que ele também estava procurando algo ali, começamos a trocar alguns olhares, segurei um sutiã fingindo estar experimentando o tamanho, olhei para ele e dei um sorrisinho safado enquanto ainda segurava o sutiã nos seios, gente eu estava vestida ainda (risos), ao perceber meus olhares, ele se aproximou e puxou papo comigo, disse que estava frio, com um sorriso eu concordei, mas curiosa eu perguntei o que ele estava fazendo na seção feminina, ele me disse que estava escolhendo um presente para a mãe por ser aniversário dela, e estava bem indeciso entre duas blusas que estavam na mão dele, perguntei se ele queria uma ajudinha, ele me olhou com um jeito maroto, sorriu e disse que adoraria. Eu ainda perguntei se ele iria querer sinceridade, então eu disse que as duas eram feias, não gostei dos modelos na verdade, e sugeri que talvez ela gostasse de uma bolsa, enfim, acho que ele gostou da sugestão e pediu minha ajuda para escolher, no fim ele acabou comprando a bolsa que escolhi, acredito que ele deva ter gostado, após ele terminar de pagar já chegou se desculpando pelos maus modos, fiquei sem entender e ele lembrou que não havia se apresentado, disse que chamava Otávio, por educação eu disse meu nome, enfim ele continuou ali puxando assunto comigo, me fazendo companhia enquanto andava pela seção, até que ele me perguntou se eu gostava de chocolate, sabe quando a gente nem pensa muito para responder, então, na hora eu disse “- gosto não, eu AMOO chocolate, sou completamente viciada” ele me deu um sorriso muito safado e falou, “- eu estava pensando em tomar um chocolate quente, você gostaria de ir comigo? E até seria uma forma de agradecer pela ótima ajuda”. Na hora fiquei meio indecisa, não sabia bem o que responder, ele percebendo continuou “- ué? Mas você não ama chocolate? Vamos comigo, não há nada demais.” Eu pensei “nossa que sacana, me pegou na curva”, mas como não vi mau algum em tomar chocolate que eu AMOO, aceitei a companhia do canalha.

CHOCOLATE COM PIMENTA

Chegando lá, sentamos em uma mesa confortável de frente um para o outro, fizemos nossos pedidos e enquanto esperávamos, continuamos conversando, papo vai papo vem e a gente começou a flertar, foi então que as frases de duplos sentidos começaram a tomar conta da conversa, o nosso joguinho de sedução começou a ficar mais caliente, apimentado e ele falou “sabe, eu adoro pés femininos, e não consigo deixar de imaginar como são os seus” eu disfarcei, fingi desentendida com um sorrisinho safadinho, o Otávio disse que observou que eu usava aliança, e perguntou sobre meu namorado e completou dizendo que namorar comigo devia ser tudo de bom, porque eu parecia ser uma pessoa super alto astral, engraçada e muito bonita. O sorriso que ele me deu ao me elogiar foi tão sacana que eu não pude resistir e sorri de volta e pensei, “ah seu canalha quer me seduzir, né ? Vamos ver como você se sai, safado!”. Sabe aqueles tubinhos crocantes que acompanham o chocolate quente da Kopenh…? Pois então, enquanto conversávamos eu comecei a brincar com aquele tubinho na boca e olhando fixamente para o Otávio, eu mordiscava o tubinho, as vezes molhava no chocolate e dava pequenas chupadas, tudo para provocar o gatinho, eu percebi que ele estava ficando doidinho quando começou a se embaralhar prestando atenção em mim, adorei a sensação, tomei o controle da situação, discretamente eu rocei minha perna na dele, quando ele olhou eu disse “- ai, eu quero mais um canudo, esses aqui não vão ser suficientes” e ele sabia brincar, com ar bem sacana me respondeu “-se você quiser eu posso ver se tem mais alguma coisa pra te satisfazer” eu acho que o chocolate estava quente mesmo, porque enquanto a gente flertava descaradamente, ia me subindo um calor gostoso, os pensamentos insinuados e safados iam tomando conta da minha cabeça, eu já estava muito cheia de tesão por aquele puto, não sei, a incerteza, o nervosismo e a vontade tudo isso misturado, aumentava mais aquela sensação gostosa de seduzir um homem além disso era a primeira vez que eu caçava sem o Rei presente, claro que fiquei apreensiva, mas também muito tarada. A conversa estava bastante agradável e descontraida, cheia de segundas intenções, o nosso chocolate já havia acabado, o Otávio me perguntou sorrindo, “- quer mais alguma coisa?” a essa altura, já tínhamos flertado tanto que qualquer frase já dava um segundo sentido, eu dei risada e disse para pagarmos a conta.

ALÔ, AMOR?

Saímos dali, e continuamos andando por que eu queria ir ao banheiro e ele me acompanhou, quando chegamos perto dos sanitários eu pedi que ele esperasse até minha volta, e fui ao banheiro, enquanto isso lembrei de mandar mensagem para o Rei porque não nos falávamos há mais de três horas, então eu mandei um whats para ele, contando que conheci o Otávio, e que fui tomar um chocolate quente com ele, flertamos bastante e que eu havia ficado interessada nele, mas estava com receio de continuar o flerte porque eu nunca tinha feito aquilo sem meu nego por perto, então o Rei me perguntou se eu estava gostando daquilo, eu disse que sim, perguntou outros detalhes como aparência e essas coisas, e foi então ele falou que se eu achasse que estava rolando aquela química e o tesão, e estivesse curiosa eu deveria deixar rolar, eu podia ficar despreocupada que em uma hora mais ou menos dependendo do trânsito, a gente estaria junto, como medida de precaução ele apenas pediu para eu habilitar o gps do celular, e se caso eu desconfiasse de algo mandasse nosso código e ficasse grudada ao aparelho que ele saberia como me encontrar. Ele me transmitiu uma sensação tão boa de cumplicidade que aquela ansiedade e insegurança foram dando espaço para minha imaginação e me deixando bastante excitada, aquilo sim me acendeu um fogo, fez subir um calor, fez me sentir muito safada, despudorada e predadora. Mas eu não conseguiria me soltar ali, em público, óbvio né? Sai do banheiro e fui de encontro ao Otávio que me esperava em pé do lado de fora, quando cheguei, comentei que estava chateada por que falei com meu namorado e eu teria que esperar por mais de uma hora até ele sair do trabalho e me buscar, e que eu não tinha mais nada para fazer lá, estava cansada e com muito frio além de ficar entediada lá por uma hora sozinha esperando ele chegar. Não sei se foi muito cavalheirismo ou muita safadeza do Otávio, mas ele se ofereceu para companhia para mim enquanto o meu namorado não chegava, e de verdade? Eu fiquei contente com aquilo, por que a companhia dele estava sendo bastante agradável. Foi então que ele foi um pouco mais ousado no convite, e com um ar mais sério como se não tivesse segundas intenções, ele disse que se eu estivesse muito muito cansada e com muito frio, que poderíamos esperar no carro dele conversando, se eu quisesse, eu aceitei. Fomos até a vaga encontramos o carro era um carro alto, vermelho com vidros pretos e muito espaço dentro, o Rei disse que era uma doblô como não conheço de carro, vamos ficar com o que o Rei falou, ok? Na hora eu fiquei com receio, e disse que não iríamos a lugar nenhum pois eu teria que esperar o meu namorado, ai o Otávio sugeriu que ambos esperássemos no banco de trás se eu me sentisse mais confortável com isso, achei uma boa idéia e aceitei. Entramos no banco de trás do carro, continuamos a conversar, até que começamos a flertar novamente, só que agora os duplos sentidos estavam mais explícitos, começamos falar de namoro, sexo e a conversa ficou muito quente, eu me transformei, não era mais a Raissa, eu estava muito tarada, com aquele papo descontraído e sacana, excitada mesmo, minha buceta estava molhada, eu já não escondia a vontade, deixava ele tocar minha mão, meu braço e até mexer no meu cabelo, eu estava me insinuando para ele, eu estava doida de tesão assim como ele, mas ali eu era a Rainha de Espadas, não a Raissa, ele deu a primeira investida na minha boca, e eu desviei com um sorriso bem sacana, ele retrocedeu, eu chamei ele de safado, e ele disse que só queria contar um segredinho no meu ouvido, não ia me beijar, entrei no jogo e disse “-ué, pode falar, só estamos nós aqui” então ele falou que tinha vergonha de falar assim, que só conseguiria se fosse no ouvido, e se eu não permitisse tudo bem, mas eu iria ficar curiosa por que ele não ia conseguir falar, então eu disse “tá bom, vai, só não vai me atacar seu cafajeste” ele concordou e eu permiti a aproximação do canalha na minha orelha, ele colocou meu cabelo de lado, já me dando um arrepio instantâneo, deixando o dedo percorrer meu pescoço e disse “eu quero te dar um beijo assim ó!” O vagabundo beijou meu pescoço (meu ponto fraco) a primeira vez, eu amoleci, na segunda eu não resisti e cedi, logo começamos a nos beijar muito durante minutos, e  então ele colocou a rola para fora, ela era grande, tinha o visual que eu gosto, grossa e era quente, nossa que delícia ver aquele gato me tarando daquele jeito, cai de boca e chupei muito aquela rola linda, ele estava doido, e com calor porque tiro as calças o tênis e ficou só de camiseta, ainda estava um pouco claro, era apenas 5 e meia da tarde acho, e dava pra ver direitinho, eu fiquei com um pouco de vergonha por ainda estar claro, mas ele começou a me beijar, chupar meu pescoço, me arrepiando inteirinha, naquele momento meu desejo estava a mil, deixei ele desabotoar minha calça, todo gentil ele tirou meu sneaker, e me deixou só de calcinha. Que homem gostoso, ele sabia como tocar meu clitóris sem me incomodar ou causar desconforto, minha bucetinha estava muito molhada, ele escorregava os dedos me masturbando, e lambuzando os dedos e o meu cuzinho com saliva e a lubrificação da minha buceta, nossa que delícia, quando ele começou a forçar os dedos no meu cuzinho eu fui a loucura, e comecei a gemer, estava uma delícia, eu comecei a forçar o cuzinho nos dedos dele, fazendo o movimento para abrir e facilitar a entrada, nossa, sentir os dois dedos no cú enquanto estava sendo chupada estava delicioso, eu precisava sentir aquela rola dentro de mim, quanto mais eu xingava o cafajeste, mais ele enterrava os dedos no meu cú, e mais ele me chupava. O tesão estava demais, eu pedi que ele pegasse minha bolsa, de qualquer jeito eu abri e peguei a cartela de camisinha na minha necessarie e pedi “vai, me come seu vagabundo! me fode gostoso com essa rola, seu bandido” ele sentou, vestiu a camisinha e me chamou para sentar na rola dele, como uma boa putinha que eu sou, obedeci me apoiei no banco da frente e fui sentando enquanto rebolava para exibir minha bunda para o canalha, e ele endoidou começou me chamar de puta, cachorra, vadia, Ui! ele começou puxar meu cabelo, e fazer a rola dele entrar toda na minha buceta, eu estava me sentindo arrombada, que rola grossa e gostosa nossa, então comecei a sentar com vontade, com mais força, mais velocidade. O cafajeste não queria uma puta? Pois então, agora come essa puta, e fode gostoso, e cada vez que eu rebolava o vagabundo gemia de prazer, e eu sentia aquela rola batendo no meu útero, bem na portinha dele, nossa que delícia, quando aquela rola encostava lá no fundo eu ficava sentada rebolando com ela no fundo pra sentir ela mexendo dentro de mim, aquele safado pulsando aquela rolona dentro da minha bucetinha, ele segurava minha cintura pressionando mais ainda, fazendo aquela força pra me manter no lugar. Comecei a ficar com muito calor, e tirar o restante da roupa, já não ligando mais para o que estava acontecendo do lado de fora eu queria saber só do que estava acontecendo dentro da minha buceta, até que ele me colocou de quatro, voltou a chupar minha buceta e de vez em quando parava no meu cuzinho enfiando a língua dentro dele, nossa que macho safado, cachorro e gostoso, minha bucetinha já estava pingando de tesão e ele queria ainda fazer meu cú piscar de vontade, eu mandei, come minha buceta vai, não to aguentando, ele me arrombou de novo, me segurou bem firme e bombou com vigor, batendo firme a pélvis na minha bunda, eu sentia o saco daquele animal surrar minha bucetinha e aquilo estava me dando um tesão extra, meu corpo já estava pedindo mais estocadas, mais firmes, mais fundas, mais surradas e as minhas pernas já estavam ficando bambas de tanto tesão que eu estava sentindo com tudo aquilo de homem, e foi então que ele se inclinou sobre mim enquanto bombava firme, puxou meus cabelos com uma mão, com a outra pôs os dedos na minha boca intercalando entre apertões no pescoço. Como ele estava me comendo gostoso gente! Eu estava adorando, minha buceta piscava a cada estocada, ele gemia me falando que minha buceta estava mordendo o pau dele, e isso me deixava mais safada ainda, ele voltou a ficar atrás de mim, só que dessa vez, com os dedos lambuzados com a minha baba ele empurrou no meu cuzinho enquanto fodia minha buceta, eu estava me sentindo toda preenchidinha com aquela mãozona e aquela rola deliciosa na minha pepeca, ele bombava forte minha buceta e era carinhoso com meu cú, que safado, de repente meu celular começa a tocar, puxei para ver quem era, e nada do Otávio parar de bombar, olhei e era o Rei, coloquei o celular no banco, pensando se atendia, comecei sentir que estava quase gozando, pensei “ai caralho, foda-se eu quero muito gozar nessa rola, vou deixar meu amor ouvir eu gozando” atendi o celular e mandei o Otávio me comer com força que eu queria gozar, ouvi o Rei dizendo alô, e o Otávio muito obediente bombou rápido, firme, forte, fundo, me agarrou, gemeu, apertou meu pescoço, me puxou para a rola dele, nossa quanto tesão fazer aquilo, saber que o Rei estava ouvindo, saber que o safado do Otávio não estava nem ligando para nada a não ser me comer como eu estava mandando, comecei a gemer alto de prazer, minha pele começou ficar todinha arrepiada, os bicos dos meus seios duros, espasmos tomavam conta da minha barriga e pernas, e eu gemia mais alto ainda, até que eu gozei muito, e gostoso demais, mas o Otávio não parava de bombar minha buceta, fazendo o saco dele surrar mais minha pepeca que estava super sensível, e ficou mais intenso, mais rápido, mas suado, mais gostoso, nossa ele anunciou que ia gozar, eu já estava gozando de novo, gozei  e sai rápido da rola dele, para ele não continuar que eu não aguentava mais, ele colocou a rolona dura, pulsante na minha cara, eu abocanhei e comecei a chupar com vontade, sugando, para fazer sair leite daquele macho maravilhoso, ele começou gemer muito gostoso, grosso, e a rola começou pulsar mais forte enchendo minha boca com porra enquanto ele segurava minha cabeça para eu não desperdiçar nem uma gota, vagabundo, salafrário, depois de terminado ele veio conferir minha boquinha, e viu que ainda estava cheia, e disse, agora engole tudo vagabunda. Fiz cara de puta, engoli, lambi os dedos e beiços, como eu sou ruim e não sou obrigada, enxuguei as mãos na calça dele (risos), peguei o celular que ainda estava com 6 minutos de chamada e atendi ainda ofegante.

Eu – oi amor, você ouviu isso?

Rei – ouvi sim, nega. Você é uma safada mesmo, né?

Eu – Só um pouquinho! (risos) Você já saiu do trabalho?

Rei – Já sim, o gps tá falando que estou à 5 minutos do shopping, tá bom? Onde tu tá? Tá tudo bem?

Eu – (risos) Tô no estacionamento já amor! Vou me recompor aqui, me despedir e encontrar com você tá? Te ligo, bjos.

Rei – Bjos sua Puta

Depois que desliguei o telefone, que eu olhei para o Otávio ele estava atônito, com o olho arregalado, e disse “- é sério isso? Meu… vocês são dois malucos, né? Ele sempre aceitou isso? Ele não sente ciúmes? Ele gosta?” e mais um monte de perguntas, eu só respondi, “- ah gatinho, eu não sei, foi a primeira vez que eu fiz isso, se quiser pergunta pra ele depois, tá. Ó anota nosso número, me liga ou manda um whats, da próxima eu quero vocês dois em mim, se você tiver coragem” Continuei me arrumando, tirei um restinho de porra que estava no meu rosto e passei na cara dele (risos, risos, risos), dei um beijinho de despedida agradecendo a foda maravilhosa e ainda completei pedindo para ele continuar sendo um cavalheiro, por que eu acho muito sexy, nos despedimos, e ele foi embora. Liguei, novamente para o Rei, nos encontramos no estacionamento, ele nem esperou eu chegar no carro, já saiu, veio ao meu encontro, me agarrou e deu um beijão gostoso que eu adoro, ele disse que estava com fome, então entramos no carro para voltar logo para casa e para eu contar detalhes da aventura.

Se o Otávio me ligou? (risos) Ligou sim, virou nosso amigo, iniciamos ele no menagé e foi uma delícia, mas isso eu conto outro dia, tá?

 

 

 

Esse foi um relato da Rainha de Espadas
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2 comentários em “O prazer do chocolate e a emoção da primeira caça

  • agosto 8, 2017 em 3:21 am
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    Delicia de conto, queria ter a sorte de me encontrar com essa rainha e ser uma das suas presas! Rsrsrs to sentido falta dos contos, espero que postem mais em breve abraço de um fiel leitor da revista!

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    • agosto 8, 2017 em 5:53 pm
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      Terão sim, não se preocupe. acione a notificação, para ser notificado quando postarmos. Continue nos acompanhando

      Resposta

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