O desafio do meu marido

Oi gente olha eu aqui novamente com mais uma história da Rainha, como eu vi que gostaram, toda quinta eu lembrarei de mais “causos” para contar para vocês, quando eu não estiver mais lembrando de nenhum a gente escolhe um dos nossos leitores para viver um com a gente e podermos contar aqui, mas calma que ainda tem muita coisa para contar, tá bom? Então segura firme o celular com uma mão e com a outra pense em mim, tá?

Há uns 2 anos atrás eu e o Rei fomos passar o carnaval em uma praia do litoral paulista na casa de parentes dele para curtimos e eu conhecer parte da família,  ficava em um casarão a beira mar onde moravam uma tia já senhora que não enxergava por conta da diabetes, e seus três filhos, Adriana, uma garota de 18 anos morena jambo, com cabelo grande e liso que batia na bunda, olhos pretos, baixinha e bunduda que adorava um funk (minha parceira, adorooo) e 2 rapazes o Adenildo (Nildão) 26 anos, acho que 1,85m, bem musculoso, pele também jambo, olhos grandes, e barba  e o Adilson 32 anos, um pouco mais baixo que o Nildão, corpo normal, jeito bem másculo, sério e sereno.

Chegamos em Peruíbe por volta das 21hs, com um certo receio afinal já era bem tarde, pelo whatsapp o Rei me pediu para avisar que estávamos a 2 minutos da casa, para que ficassem a postos para nos receber e assim aconteceu, chegamos na casa, o Nildão já abriu o portão para entrarmos com o carro, descemos do carro, fechamos o portão e entramos para ir ver a tia do Rei, cumprimentar todo mundo e essas coisas.

A noite estava muito quente eu suava litros, cansada de viagem eu resolvi pedir para entrar na piscina nos fundos da casa, prontamente a Adriana já quase melhor amiga me levou para ver a piscina e dar um mergulho, passando pela cozinha me senti devorada pelo o olhar do Nildão, continuei em direção à piscina, nossa quando eu vi a água me deu até um negócio, rapidamente baixei meu shortinho de viagem tirei a blusinha, fiquei só com o biquini e pulei na água, ah que delícia, me esbaldei, relaxei e nadei muito, enquanto isso eu percebia de relances o Nildão me espiando da cozinha, já o Rei estava descarregando as malas. Depois a tia dele, muito boazinha nos convidou para comer algo, então eu tinha que sair da piscina, mas não tinha toalha, a Adriana prontamente se pôs em direção ao quarto onde iríamos dormir em busca dela, eu estava saindo da piscina, o Nildão saiu da cozinha, veio ao meu encontro e de curiosidade me perguntou há quanto tempo estávamos juntos eu e o Rei, pois segundo ele, meu marido é um safado incorrigível e achou estranho já estarmos à tanto tempo juntos. E ainda completou falando que eu devia ter feito muito gostoso para prender um cara feito o primo dele. Como eu não tenho freio da língua, e gosto de me insinuar, decidi amarrar novamente a parte de baixo do meu biquini depois de abrir bem as alças, olhei para ele com cara de santinha, sorriso no rosto e disse “- Pergunta pra ele, ué?” Ele me olhou com uma cara de espanto, sem entender nada e foi quando a Adriana chegou com a toalha, me enxuguei e sai toda-toda rebolando bastante.

O DESAFIO

Já na sala conversando o Rei estava sugerindo assarem uma carne para não dar trabalho para ninguém e ainda eu e ele comer, Na hora o Nildão topou, gritou um casal de vizinhos para se juntarem a nós e começou o mini churrasco lá nos fundos, lá pela 1 da manhã já estava todo mundo alto o Rei bastante alegre porque não tem o costume de beber, eu e a Adriana rebolando muito ao som do funk putaria, sendo cobiçada pelo primo safado, senti vontade de ir ao banheiro, o Nildão foi preparar mais carne para assar, quando voltei fui pegar um copo de água e esbarrei sem querer nele, que já me comeu de cima a baixo, nossa senti um fogo por culpa da bebida, e ele fez gracinha e disse, “eh mas esse meu primo é sortudo, hein?” eu tive que retrucar  e disse “Deve ser de família (risos)” e fui para a piscina, sentei no colo do Rei que já estava bêbado, muito tarado e já fui falando no ouvido dele “Amor, adorei seu primo, grande ele, né?” ele riu, eu continuei “como será a rola dele?”. Nessa hora ele me apertou e falou, se der pra ele vai dar pra mim também sua safada. Ain, me arrepiei toda! Acho que na hora me transformei, fiquei imaginando o nível de embriaguez do Rei e do Nildão, fiquei pensando em como eu atacaria no meio da madrugada e aquilo me deu um tesão, uma vontade de dar, mas vi que ali, seria impossível lógico, pensei mais um pouco e decidi que eu precisava dar para o Nildão, então falei para o Rei inventar uma desculpa para deixar o carro do lado de fora da garagem, por que eu iria querer​ passear na madrugada, o safado logo entendeu minha malícia e chamou o primo para irem buscar mais gelo e cerveja, eu a Adriana continuamos nos divertindo muito com funk, os vizinhos já completamente bêbados se despediram e se foram, pouco tempo depois a Adriana já se despedia de mim para ir para uma social que estaria tendo na orla, a tia havia ido dormir cedo, resumo, fiquei sozinha por uns 5 minutos esperando os meninos voltarem do posto. Quando eu ouvi o carro chegando, já fui em direção à garagem e disse que havia ficado sozinha e que queria ir para a social (reunião de jovens ao som de funk) que estava acontecendo na orla. O Rei ficou apreensivo, ai o Nildão se convidou para ir junto dizendo que conhecia o pessoal da festa e sabia onde era, ao ver minha cara de alegria o Rei topou na hora. Entramos no carro, o Rei e eu na frente e o Nildão atrás dando as coordenadas, e propositalmente ele colocava a cabeça entre os bancos se inclinando para frente, explicando o caminho, enquanto abraçava o meu banco e encostava aquela mãozona no meu ombro, deixando ela escorregar para baixo me alisando acidentalmente o safado, aquela situação me deixou tarada, me arrepiei toda, e o Rei viu minha coxa toda arrepiada, logo perguntou se eu estava com frio só com aquele shortinhos e a parte de cima do biquini, então eu falei, “Não é frio amor, é o Nildão que está me alisando sem você ver.” Na hora o rapaz ficou verde, azul, amarelo, roxo e começou a querer se explicar para o primo, dizendo que era acidente, e o Rei começou a rir muito, uma gargalhada muito gostosa diga-se de passagem, e eu também ria muito, o Nildão sem entender direito se recostou no banco e ficou observando. O Rei começou a perguntar se eu teria coragem de dar para o Nildão, se eu não teria medo dele me arrombar, por que o bicho era grande. Ai eu virei para trás e respondi olhando para o safado “Lógico que tenho coragem, se você duvidar eu vou para o banco de trás conferir o tamanho da rola dele, e chupo ele na sua frente seu sacana!” O Rei disse “EU DUVIDO !”

CHUPA ESSA PORRA

Não gosto de ser desafiada, então na hora eu pulei para o banco de trás, o Nildão lá estático, com o olho arregalado, e sussurrando, “mas, mas, eu não…, mas…” ain que ver aquele homem todo sem reação me deixou muito tarada, e eu queria mesmo ver o tamanho da rola dele, ele ainda tentou reagir, falando “e ai primo que que tá acontecendo?” ai o Rei respondeu “você ficou atiçando ela primo, agora se vira ai que eu to dirigindo!” Nossa como eu adorei ouvir aquilo, minha bucetinha molhou na hora, coloquei a mão sobre o shorts dele, e a rola ainda não estava tão dura, mas já dava para perceber que era grande, ain que delícia, eu tive que sussurrar para o Nildão ” vai primo, deixa eu ver essa rola ficando dura, coloca ela para fora, vai”, ele obedeceu, mas quando ele sacou aquela mandioca para fora meio mole ainda fiquei hipnotizada, e nossa, ela era grossa e comprida, fiquei muito curiosa para saber se cabia na minha boca e na minha bucetinha, mas ainda estava mole e eu comecei a fazer carinho nela, alisando, passando os dedos na cabecinha, até que tive que pegar ela, e mal consegui fechar a mão, eu baixei a pele da rola dele descobrindo a cabeça, senti a rola dele ficar mais e mais dura, começando a pulsar na minha mão, nessa hora minha buceta já pulsava no shorts, até que ele disse “Chupa essa porra, vai! chupa cachorra”. Eu já estava doida para chupar que nem pensei, cai de boca, puxando o shorts dele para baixo, deixando ele pelado, fiquei de quatro no banco enquanto chupava ele, e o Rei vendo tudo pelo retrovisor. A essa altura, a rola do Nildão, estava latejando dentro da minha boca, eu já havia desabotoado o shorts, e ele já tinha colocado meu biquini de lado apertando meus peitos, alisando minhas costas forçando minha cabeça para engolir aquela rola toda, nossa, que boquete molhado que eu estava fazendo, cada vez que aquela rola chegava na minha garganta, ela voltava trazendo mais saliva e aquela tossezinha de quando a gente engasga, eu punhetava aquela benga, que estava lisinha de tanta baba, e sentia uma vontade incontrolável de sentir ela na minha buceta. Eu baixei meu shorts, a calcinha, montei no colo daquele safado, e comecei uma sarração deliciosa, encaixei direitinho o corpo daquela pica e fazia movimentos de vai e vem sobre ela sem deixar ele me penetrar, ele gemia e eu mais ainda, ele agarrava na minha cintura pressionando para baixo tentando penetrar minha bucetinha encharcada, cada vez que meu clitóris roçava naquela cabeçona eu ia a loucura, e apertava mais aquela rola com o corpo, e provocava tanto ele quanto o Rei com meus gemidos, até que em um momento eu disse “Amor, seu primo tá muito tarado aqui, ele vai acabar me comendo, ele é muito safado!” rapidinho o tarado do meu marido jogou uma cartela de camisinhas para nós e disse que também queria.

O PIT STOP

Esse foi o gancho para o Rei parar o carro em uma rua pouco movimentada próxima da orla, enquanto o Nildão encapava aquele monumento e eu me deliciava apreciando a dificuldade dele em colocá-la, o Rei desceu, abriu a porta do carro, me pôs de quatro no banco e começo a castigar minha bucetinha com a língua, nossa que delícia, o Nildão começou a colocar a rola dele na minha boca, para lubrificar, quando o cachorro puxou meu cabelo, para me sentar no colo dele, e como uma bela safada eu obedeci, com medo me posicionei para não deixar entrar tudo, comecei a rebolar na cabeça do pau dele para ir encaixando devagar, nisso o Rei entrou no carro e começou a me beijar, me distraindo, o primo agarrou minha cintura e pressionou contra aquela rola que foi entrando e arrombando minha buceta, mas de um jeito tão gostoso, que estava me enchendo de tesão, por que ele não teve pressa de enfiar a rola em mim, ele esperou, enfiou aos poucos, eu estava sendo paparicada por dois machos muito tarados e gostosos de pegar, o Rei puxava meu cabelo, beijava meu pescoço, alisava minhas costas e bunda, enfiava o dedo no meu cuzinho, o Nildo aquele canalha, forçava aquela delícia de rola pra dentro de mim, chupava meus seios, agarrava meus braços, me alisava, me mordia. Não teve como resistir e ali mesmo eu fui me entregando para os dois, agora era eu quem estava forçado aquela rola para dentro de mim, eu estava muito excitada, bêbada, tarada e queria minha buceta recheada com rola, eu queria domar aquele cavalo, grosso, gostoso, quando eu senti que a rola já estava me ocupando toda, comecei a rebolar, o que estava me dando muito tesão, por isso eu gemia muito dentro daquele carro quente, com aqueles dois primos putos, o Rei abriu todos os vidros do carro, por que estava parecendo uma sauna, então abriram uma das portas, me colocaram de quatro no banco e o primo ficou do lado de fora do carro, encostou a cabeça da rola dele na minha bucetinha e pediu para minha buceta engolir a rola dele rebolando, o Rei ficou dentro do carro colocando a rola dele na minha boca, e empurrando minha cintura contra o primo, aquilo tudo estava me deixando louca de tesão, finalmente o Nildão conseguiu encaixar a rola na minha buceta e começou a bombar com vontade, me chacoalhando, com uma das mãos na minha cintura, e a outra puxando meu cabelo, o Rei aquele puto segurava meu pescoço enquanto me fazia engolir a rola toda e revezando com beijos deliciosos com aquela boca beiçuda (adoro negão beiçudo, me acabo) eles me estavam alisando muito o meu corpo, meus seios, eu já não estava mais conseguindo me concentrar, já não estava mais preocupada com a rua ou com alguém nos vendo, eu queria muito gozar para aqueles dois, o primo muito vigoroso, bombava, me agarrava, me mordia tudo isso enquanto estocava aquele salame na minha pepeca, me dando tapas na bunda, o Rei me dando tapas na cara, os dois cachorros vagabundos me chamando de puta safada, meu corpo já com início de espasmos, a pele arrepiada, sentindo o corpo do Nildão roçando minha bunda, fazendo peso nas minhas costas enquanto me agarrava como um cachorro agarra uma cadela no cio, o bico dos meus seios ficaram duro, minhas pernas começaram tremer, eu já estava gemendo feito uma louca sendo fodida por aqueles dois cafajestes, quando o primo anunciou que iria gozar, eu já estava gozando, eu estava saindo e eu gritei “NÃO PÁRA QUE EU TO GOZANDO CACHORRO” ele bombeou com vigor, me sacudiu, fez subir um calor intenso e minhas pernas ficarem bambas, os dois combinaram de trocar de posições, o Rei foi para fora do carro todo tarado com a rola de fora pronto para me comer, o Nildão entrou no carro tirando a camisinha e pedindo para eu tomar o leitinho dele, então meu marido começou a me bolinar ali mesmo, ele agachou e começou chupar minha buceta e meu cuzinho preparando eles para uma penetração, ele se posicionou e colocou a rola dentro de mim, com dois dedos no meu cuzinho, nossa que delícia, eu já estava querendo gozar de novo, enquanto isso o primo estava quase lá, eu tentei de verdade colocar aquela rola toda na boca até a garganta mas não tinha como, então chupava aquela rola e punhetava com vontade, eu queria ver sair leite daquele pau, ele anunciou que iria gozar eu me fiquei louca por aquele momento, ele começou a gozar na minha boca, ain quanta porra, muito farta, gozou na minha boca, no meu rosto, nos meus cabelos, no banco do carro fiquei toda melada, e então ao invés dele sentar e descansar da gozada, não ele foi lá mexer no meu cuzinho com a desculpa de ajudar o primo a arreganhar o meu rabo para gozar dentro por que ele queria ver meu cuzinho vazando porra antes de voltarmos para casa, acho que tanto ele quanto o Rei ficaram muito excitados com a própria ideia, que a rola do Nildão voltou a ficar dura enquanto ele enterrava os dedos no meu rabo, eu adorei aquilo, os dois me tocando, eu chupando uma rola, de quatro levando na buceta, até que o Rei anunciou que iria gozar, eles abriram meu cuzinho e o Rei colocou a cabecinha dentro do meu rabinho e jorrou porra dentro dele, depois disso, os dois ainda ficaram me perturbando pedindo para eu expulsar a porra do cu, por que eles queriam muito ver a cena. Tudo bem né, afinal de contas eles me fizeram gozar muito gostoso, bons meninos merecem recompensa, não sei qual a graça que eles veêm nisso, mas adoro ver eles me implorando por essas coisas. rsrs

Claro que depois de ser arrombada pelo primo, e esporrada pelo marido eu estava exausta e não queria saber de mais nada a não ser minha cama. E senti uma certa preocupação em relação à notícia se espalhar no meio da família, mas o Rei me acalmou contando que o primo dele jamais iria falar nada, por que além de super discreto, ele também sabia que o Rei era o único que conhecia o seu segredinho e nunca revelou para ninguém. (fofoca de família é babado forte, adoro)

 

 

Esse foi um relato da Rainha de Espadas
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