A honestidade deveria ofender no swing?

E então, a honestidade deveria te ofender no swing? De repente você casal ou single encontra-se em uma situação corriqueira para todos que fazem parte do meio, que é a decisão de aceito ou não aceito o convite para aquela putaria gostosa com o outro perfil. Já é sabido do clichê de que no meio liberal nada é obrigado, ou seja, ninguém é obrigado a transar com quem não sente a atração ou a tão conclamada química entre as partes.

A vaidade é o que movimenta o universo liberal, pois todos os fetiches tem por padrão acariciar a vaidade de alguém, seja o seu próprio ou seja do outro, os envolvidos se apoiam nesse aspecto da personalidade. Os indivíduos liberais são extremamente vaidosos e orgulhosos quanto aos seus fetiches e desejos. O que não é uma coisa ruim de verdade, caso contrário ninguém estaria transando de forma alguma. A vaidade é ativada quando uma mulher recebe aquele elogio por seu corpo ou aquele cumprimento pela sua safadeza. É ativada quando um homem é chamado de pauzudo, ou gostoso, ou mesmo quando ele é chamado de corno. Afinal de contas prazer é prazer, enfim.

Todos os seres humanos defendem com unhas e dentes o seu próprio ego, suas ambições, suas vaidades, etc. Quando qualquer dessas é atacada, entramos em estado de alerta e ficamos na defensiva, ou prontos para atacar. Ok, mas o que tudo isso tem haver com a honestidade? Pois bem, ai vocês estão lá pesquisando perfis para combinar aquela foda, de repente aparece um perfil fazendo convite para vocês. Mas analisando fotos, propostas e tudo mais, percebem que não querem uma relação sexual com aquele perfil. A situação é um impasse para alguns e não para outros. Enquanto alguns esculacham na honestidade, acreditando ser o mais sensato a se fazer, outros dão voltas e mais voltas ao mundo sem conseguir explorar a honestidade. Achando que estão poupando o sentimento alheio.

A dor do Não

Na verdade o problema não está em quem está dizendo não ao convite, mas na dificuldade de quem convida aceitar uma rejeição. E esse meus amigos, é o ponto sensível dessa equação. Como foi dito antes, o mundo liberal é movido por vaidade, luxúria e as vezes de ego. E o fato de você estar sendo rejeitado é uma declaração implícita de que seu charme não seduziu ninguém. Ou que você não têm o padrão de preferência de quem recebeu seu convite, e isso machuca o motivo da sua vaidade. Por que a verdade dói, principalmente se ela for bem franca, explícita e contém a palavra “não”. Corrijam se estiver errado, mas quando qualquer pessoa ouve que NÃO é atraente, NÃO faz o nosso tipo, NÃO é o que a empresa procura, etc.

O diálogo interno

O indivíduo vai começar aquele diálogo interno com algumas das seguintes palavras “então, vai tomar no ** ! Ah, f**a-se eu nem queria! OU enfia saporra no *ú car***!” e por fora, polidamente dirá em resposta à negativa ” Tudo bem, podemos ser amigos! A amizade é o que importa! OU Muito obrigado pela oportunidade!” Mas isso são pessoas polidas, que sabem conviver em sociedade. Em contrapartida em casos mais extremos na outra ponta ficam as pessoas sem noção de convívio social. As que ao ouvirem um sincero NÃO,  sentem-se na obrigação de deixar escorrer pelo canto da boca um “vai toma no **” bem mau-educado. Entre outras atitudes mais agressivas por não saber lidar com a rejeição.

É evidente que se o convidado for direto, honesto e franco isso pode soar rude para quem está convidando. Afinal de contas, nada mais é que um convite. Mas no entanto, não é justo nem com o convidado nem com quem convida acontecer uma enrolação eterna. Ou uma mentira sobre a outra. O mais sensato de verdade é a honestidade, mesmo que doa. Só no SexLog existem quase 6 milhões perfis, é claro que um convite declinado não vai fazer a menor diferença nesse montante.

 

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Reinaldo Espada

Editor e Redator da Revista Swing, aficcionado em filmes, super antenado em novidades tecnológicas, adora casas de swings e encontros liberais. Forma um casal liberal com a Raissa Espada sua esposa CRS 43965 .

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